sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hitsuzen


A tecnologia está mais encourada em nós do que imaginamos. Ela faz parte da nossa cultura - divulgada na blogosfera, da nossa história - como no êxodo rural, e até nos nossos relacionamentos - tão adeptos ao isolamento soxcial e ao desapego ao próximo. Quanto mais nos aprofundarmos em inovações científicas, mais metódicos fifcamos, sendo manipulados por ideias pré-formadas incutidas por terceiros.

A expansão tecnológica perdura, não por poder salvar vidas ou construir moradias melhores, mas sim por acomodação. O homem é acomodado, preguiçoso, quer praticidade, poupar tempo, "status quo". É por tal razão, por exemplo, que usamos o celular, quando um sinal de fumaça faz o mesmo serviço.


Por mais que a nossa qualidade de vida melhore com tais inovações, já não estudamos mais os mistérios da mente, mas sim os da máquina, deixando de lado conceitos simples, como os de Platão, que viveu há cerca de três mil anos e sabia o que era, e é, primordial: conhecer-se.


Vendo por este prisma, é digno de nota a teoria do Hitsuzen: tudo tem um preço, pos vemos que o custo da tecnologa de ponta é a resposta da natureza furiosa e a leigacidade da nossa inteligência. Logo, nos convém aceitar a seguinte realidade: assim como não sabemos o quanto precimos de méquinas, também desconhecemos o quão pouco evoluído somos.


O não-científico e o não-humanos já tomaram conta do nosso trabalho, dos relacionamentos, e fizeram o homem esquecer a si mesmo. Portanto, a tecnologia só será verdadeiramente vantajosa quando tivermos maturidade para usá-la. É preciso compreender que o conhecimento pessoal vem antes de qualquer grande invenção. Caso contrário, o preço a pagar será tudo o que construímos, como seres pensantes que somos.


________________________________________________________________________________________________ Este texto foi feito numa aula de redação, mas expressa bem a minha revolta quanto àcomodidade humana com a tecnologia e à falta de respeito ao próprio ser a à natureza.






Technorati :

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009


Esse desenho fui eu que fiz : um fan art da Coraline

*O*

Olhem só o que eu achei na net: weheartit.com.
É um site de, como posso dizer, inspirações. Há muitas muitas imagens lindas lá, quase tudo é aquele vintagesinho que todo mundo conhece (ou pelo menos quem tá interado no mundo de fotografias e ilustrações). O pessoal que posta ali geralmente usa acessórios antigos, cenários campestres e uma grande carga emocional nas fotos.
Obviamente nem todas as imagens são feitas pelos donos da conta... Alguns pegam de revistas, de sites, e botam a imagem como um favorito.
Aí vão alguns prints:




É muito fofa a idéia do site. Na maioria, você clica em favorito, mas neste, você clica num coração, é como se "hearteasse" a imagem. Sem contar o dinamismo, você baixa um programinha no navegador que dá a você a chance de heartear imagens d eoutros sites. Massa né?
Uma simagens muito legais que encontrei lá, vejam só:



segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Take a look at!

Viram a reportagem da Veja desta semana? Edição 2138 - nº45?
E lembram da reportagem sobre a Geração Y (clica ali para ver o post!)?
Pois bem, nesta edição da Veja, temos um texto enorme, dando enfaze em gente que não querem ter um chefe, e sim comandar a própria vida, e como o mercado de trabalho está mais flexível.
Na revista Seper Interessante - especial Tendências, tem disso tambem.

That's evolution, baby! ;DD_______________________________________

Mais uma coisinha: eu estudo num colégio católico, e a Irmã Diretora tem o custume de fazer orações com uma lição de vida (um pouco antes de ela dizer toda sas manhãs para o ensino médio ficar quito XDD ehehe). Eu quase nunca presto atenção nas coisas que ela fala, mas ao falare a palavra "jovem", eu fiquei interessada e resolvi escutrar. A situação era mais ou menos essa:

O tio chegou ao sobrinho:
- Vocês hoje são muito reservados, sempre em frente a tela d eum computador.
- Ah! Você diz isso por quê não teve internet, computadores, celulares todos a sua disposição. - respondeu o sobrinho. - Não me espanta você achar isso.
- Realmente não tivemos. - disse o tio.
- Vocês viveram numa geração um tanto primitiva.
O tio encarou o garoto um instante e disse:
- É, realmente não tivemos todas essa sinvenções. Por isso as inventamos.

O que eu quero dizer com isso, é que ,tal fato acontece muito,. Tant que ouço muitos pais e filhos discutindo a mesma coisa, e de vez em quando, até eu falo isso pro meu pai (8D).
Mas antes de dizermos que somos uma geração muito promissora, a geração passada foi de suma importancia: apesar dos seus erros com o meio ambiente, nos deu muitas noções de atualidades, das quais, precisaremos no futuro.
Assim como a nossa geração, o futuro existe graças ao passado.
Obrigada pela atenção.

sábado, 7 de novembro de 2009

Ogasa Shin

Esta tal artista é um mistério para mim.
Segundo o que li na internet, a única coisa que descobri é que ela é japonesa.
Falanbdo em "ela", para se ter uma idéia de todo o mistério que e essas obras englobam, eu não sei se ele é ela, ou se ela é ele. Eu não sei o genero da criatura que fez estas obras!
Alguns dizem que Ogasa Shin é um nome masculino, outros dizem ser feminino.
A única certeza que temos é: sendo mulher ou não, o autor destas obras tem uma enorme sensibilidade, especialmente a sensibilidade feminina, são obras que passam muito sentimento para quem as vê.













This artist is a true mistery to me.
Taking my own conclusions about what I read on internet, I know her nacionality: Japanese, and thats all.
Mentioning the word "she", for you understand all the mistery that she puts on her art, I don't even know if "she" is "he", or if "he" is "she". I don't know this creature' gender!
Some say Ogasa Shin is a male name, others say it's a female name. The only sure we have about it, is: been or not been a girl, the autor has a huge senbility. Even better, a female sensibility, 'cause it has a lot of emotion to the ones who see it.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Y Generation

Tive lendo as reportagens da Super- Interessante especial - Tendencias. Fala da nova geração de trabalhadores, novas cidades, ecologias, artes... Enfim, fatos da ciência, cultura e economia que terão influencia de peso na nossa vida num futuro muito próximo. Claro, que minhas idéias, não só nas revistas se baseiam, estas mesmas tambem vem de observações dos colegas, observações minhas, debates em sala de aula.
Noto a flexibilidade dessa geração que a revista comenta - e da qual faço parte - que é chamada de Geração Y: uma leva de jovens que são extremamente sociáveis, acostumados a debater assuntos sérios desde a tenrra idade (e especialmente, discutí-los com adultos), não tem medo de se arriscar, dão mais importancia à informação, tem uma mentalidade otimista e detestam um balde de água fria nas suas idealisações. Uma geração que, veja só: está vivendo uma revolução digital, uma crise e uma grande mudança de valores. Tudo isto somado à um mundo que tem perigo de extinção (aquecimento global - assunto bem batido já, nem preciso comentar disso). Somos todos pessoas que amam redes sociais: facebook, twitter, blogs, my space, orkut.
Mudanças de princípios em especial, pois, incrivelmente, por mais que o dinheiro pese na seleção de uma carreira, se não for a paixão do aluno, este não vai fazer o curso. contar a vida social, que hoje em dia ninguem a troca por nada e sabe sua devida importancia, fato que, em gerações passadas, era apenas um detalhe.
Alguns amigos meus comentam sobre seus pais os chamarem de loucos por aspirarem uma vida mais inspiradora, desafiadora, entenda como quiser. Prova disso é o caso de uma conhecida minha que foi para o Japão (a garota já formada e instruída) na cara e na coragem, com um trabalho na sede de uma empresa, jogando-se em outra cultura, em outro ambiente, longe da família e amigos. Seus pais ficaram assustados com a perspectiva da guria. Nada mais natural, sendo que a geração dos pais dela tinham certa cautela até para mudar de cidade (e provavelmente os pais de quem lê este texto tambem tinham, assim como os meus pais e os dos seus amigos tinham.).
Fazendo uma comparação, vemos que o mundo se modifica rápido, mais até do que podemos, de fato acompanhar: não faz dez anos que a idéia de sucesso era reunir o maior valor monetário possível na conta bancária, ter uma boa aposentadoria, quem sabe dar uma vajadinha por aí, coisa que, comparada à atualidade, ficou para traz. O que a Geração Y quer mesmo é desafio, prestígio, diversão. Quanto ao dinheiro, que seja o suficiente para pagar os luxinhos básicos e as contas domésticas.
As mudanças são rotina hoje, e essa é basicamente as idéias da classe media geral de hoje em dia. Sempre haverão uns mais conservadores, assim como haverão os mais moderninhos do bairro querendo a vida fodona. O que resta ao mundo é assistir o que faremos do nosso futuro.




obs.: botei essa postagem na cor roxa. Roxo é a cor dos sonhadores ( li num livro uma vez.), e essa é uma caracteristica da nossa geração!